Exposição - Aluga-se em Londrina!!!

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Não percam - tragam a família!!

Aluga-se (grupo de artistas) em Londrina!!

Na abertura, quinta-feira, 25/08, 29:30, Palestra com a artista Yara Dewachter, falando sobre a estratégia do grupo, que nesta exposição reuniu 82 artistas de diversas partes do país.

Não percam - tragam a família!!


Danillo Villa - artista plástico, professor e

chefe da divisão de Artes Plásticas da Casa de Cultura da UEl.

A PAREDE É A PELE - CONVITE EXPOSIÇÃO

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Apareça, traga a família e os amigos, divulgue!!

Divisão de Artes Plásticas da Casa de Cultura da UEL convida:

" A Parede é a Pele"

Exposição com Tatuadores de Londrina

ALESSANDRO STRÁTICO -  STUDIO RATTO TATTOO
ANDRÉ - STUDIO SANTA FÉ
CHICO BILY
COTA - STUDIO COTA
EDUARDO BERBEL E IAN SÓLON
GABRIEL TATTOO - STUDIO SETE COPAS
JOÃO TATTOO E BOB TATTOO - FORTUNA TATTOO
JULIANA MARTINS - STUDIO RATTO TATTOO
KRA1 TATTOO - STUDIO CAPSTYLE
MARCIO TATTOO
MAURO MONTEZUMA - STUDIO SETE COPAS
RODRIGO TATTOO

MARIANA FRANZIM - WC ARTE - instalação

Abertura: 09 de junho às 19:30
Mesa redonda: Elias Barreiros - antropólogo
                     Marcio Alessandro Neman do Nascimento - psicólogo e pesquisador na área de corporalidades.
Festa: Banda Mary Lee and Sideburn Brothers - Garagem Hermética - Jorge Casoni, 2242
Período - 09 de junho a 16 de agosto de 2011
Horário de funcionamento: segunda a sexta das 8h às 12h, das 14h às 18h
Visitas monitoradas: (43) 3322-6844

Danillo Villa
Chefe da Divisão de Artes Plásticas da UEL 


Brígida Baltar na revista IstoÉ

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Na apresentação de “Passagem Secreta”, ­projeto contemplado pelo programa Conexão ­Artes Visuais, da Funarte, em 2010, o curador Marcio Doctors anuncia que o leitor tem em mãos um “livro-obra”. Realizada a quatro mãos entre o curador e a artista Brígida Baltar, a publicação tem de fato conceituação e projeto gráfico que escapam aos padrões e vêm propor uma qualidade diferente de leitura e contemplação. Além de cumprir seu papel de realizar uma monografia da obra artística de Brígida – com textos selecionados de nove críticos de arte brasileiros e estrangeiros e uma longa conversa entre artista e curador –, o livro traz dois ensaios visuais inéditos, criados durante o processo de produção editorial. Como resultado, esse livro-obra ganha a dimensão de uma gravura, uma obra gráfica, talhada à mão.

O primeiro aspecto que chama a atenção é o corpo da fonte escolhida para os textos: mínimo. Especialmente para os textos que se infiltram entre imagens, às vezes como notas subjetivas, às vezes contando historietas relativas à elaboração do trabalho, mas sempre acrescentando nova camada de informação à leitura da imagem.

A concentração exigida para a leitura inspira silêncio e remete ao mesmo estado curioso no qual mergulhamos quando somos impelidos a olhar pelo buraco da fechadura. Ou ao estado de torpor sugerido nas imagens em que a artista afunda o rosto em uma casa de abelha feita de tecido, se debruça sobre os buracos das paredes de sua casa, ou simula o movimento arredio das marias-farinhas que se escondem nos buracos da areia (foto).

Outro aspecto diferenciado do livro é a riqueza de diagramação das foto­grafias, que se movimentam página a página sem nenhuma monotonia, ­exi­gindo do leitor atenção total a cada detalhe. Toda essa organização minuciosa confabula a favor de uma entrada sutil e respeitosa na obra de Brígida. Como se entrássemos em sua casa.

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